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10 dicas para conseguir o melhor empréstimo pessoal para jovens

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Daniela Cunha
Daniela Cunha

Um empréstimo pessoal para jovens é, na prática, um crédito pessoal contratado por pessoas que estão a dar os primeiros passos na vida adulta e precisam de financiamento para concretizar certos objetivos como estudar, comprar um carro ou fazer uma viagem.

No entanto, no início da vida profissional, é natural que muitos jovens tenham rendimentos mais baixos ou pouca estabilidade laboral. E a verdade é que estes fatores podem dificultar a aprovação do crédito ou traduzir-se em condições menos vantajosas, como taxas de juro mais elevadas.

Se é jovem e pretende pedir um crédito pessoal, descubra neste artigo como aumentar as probabilidades de obter financiamento nas melhores condições possíveis.

Os jovens podem pedir um empréstimo pessoal?

Sim. Os jovens podem pedir um empréstimo pessoal, desde que cumpram os requisitos definidos pela instituição financeira.

O primeiro requisito diz respeito à idade mínima legal, já que para celebrar um contrato de crédito é necessário ter, pelo menos, 18 anos.

Além da idade, é importante ter rendimentos regulares e comprováveis, uma vez que as instituições financeiras avaliam a capacidade de pagamento do cliente antes de aprovar o crédito.

Tenha em conta que, se não existirem rendimentos suficientes ou o histórico financeiro não for sólido, o banco pode exigir a apresentação de um fiador como garantia.

Quanto aos restantes requisitos, são semelhantes aos de qualquer outro crédito pessoal:

  • Ter uma situação profissional estável (embora não seja obrigatório, ter um contrato de trabalho ou estar efetivo tende a ser valorizado pelas instituições financeiras);
  • Residir em Portugal;
  • Apresentar uma taxa de esforço adequada;
  • Ter uma conta bancária com um histórico equilibrado, sem descobertos frequentes ou outros sinais de risco.

O que avaliam os bancos antes de aprovar um empréstimo pessoal para jovens?

Quando um jovem pede um crédito pessoal, a instituição financeira realiza uma análise de solvabilidade para avaliar a capacidade de pagamento do empréstimo, sendo este processo semelhante ao aplicado a qualquer outro cliente.

No entanto, como é comum que os jovens tenham menor estabilidade profissional ou rendimentos mais baixos, pode ser mais difícil obter a aprovação do pedido ou conseguir condições vantajosas.

Assim, para determinar a viabilidade do empréstimo, a entidade credora analisa os seguintes critérios:

  • Situação profissional: ter um emprego estável ou um contrato sem termo não é obrigatório, mas aumenta a confiança da instituição e pode facilitar a aprovação do crédito;
  • Rendimentos comprováveis: o banco verifica também se o cliente tem uma fonte de rendimento regular e suficiente para suportar o pagamento das prestações;
  • Taxa de esforço: corresponde à percentagem do rendimento mensal que é destinada ao pagamento de créditos. Quanto mais baixa for, maior tende a ser a probabilidade de aprovação;
  • Histórico bancário: os movimentos das suas contas bancárias ajudam a perceber como gere o seu dinheiro. Descobertos frequentes, saldos negativos ou outros sinais de instabilidade financeira podem aumentar a perceção de risco;
Em resumo: Quanto menor for o risco associado ao pedido de crédito, maiores serão as probabilidades de obter aprovação e de conseguir uma taxa de juro mais competitiva.

Como conseguir o melhor empréstimo pessoal para jovens? 10 cuidados essenciais

Ser jovem e ter uma situação profissional ou financeira menos estável não significa que seja impossível conseguir um crédito pessoal. Existem, no entanto, alguns cuidados que podem aumentar as probabilidades de aprovação e ajudá-lo a obter condições de financiamento mais vantajosas.

Por isso, antes de pedir um empréstimo, siga estas recomendações:

  1. Mantenha um bom perfil financeiro: evite descobertos bancários, apostas em jogos de sorte ou outros movimentos considerados de risco;
  1. Tenha um histórico de crédito sem incumprimentos: se possui outros créditos, mantenha as prestações em dia;
  1. Peça apenas o montante de que realmente necessita: tenha em conta que quanto maior for o valor solicitado, maiores serão as prestações mensais e, consequentemente, maior o risco para o banco;
  1. Indique a finalidade do crédito: sempre que possível, especifique o objetivo do financiamento. Embora não seja obrigatório fazê-lo, alguns créditos com finalidade específica, como os destinados à educação, podem beneficiar de taxas de juro mais baixas do que um crédito pessoal sem finalidade. Por exemplo, atualmente, a taxa máxima definida pelo Banco de Portugal para créditos destinados à educação é de 8,9%, enquanto para outros créditos pessoais pode chegar aos 15,3%;
  1. Mantenha uma taxa de esforço equilibrada: idealmente, a soma das prestações de todos os créditos não deve ultrapassar a percentagem recomendada pelo Banco de Portugal (entre 30% a 35%);
  1. Simule e compare várias propostas: as condições dos empréstimos (incluindo taxas de juro, valor da prestação mensal, prazo de pagamento e custos com comissões) variam entre instituições. Por isso, não tome uma decisão sem antes fazer simulações e comparar propostas;
  1. Analise a FIN, a TAEG e o MTIC: não escolha um crédito apenas pela prestação mensal. Consulte sempre a Ficha de Informação Normalizada (FIN) e compare a Taxa Anual de Encargos Efetiva Global (TAEG) e o Montante Total Imputado ao Consumidor (MTIC) para perceber qual é a proposta mais vantajosa;
  1. Escolha um prazo de pagamento mais curto: pode ser tentador optar por um prazo mais longo para que a mensalidade seja menor. No entanto, tenha em atenção que, quanto mais tempo demorar a pagar o empréstimo, mais juros lhe serão cobrados. Ou seja, o valor total do crédito será bem maior. Assim, se o seu orçamento o permitir, é preferível que faça o esforço de pagar mais mensalmente, mas durante menos tempo;
  1. Verifique custos e comissões associadas: confirme se existem comissões de abertura, amortização antecipada ou outros encargos que possam aumentar o custo do crédito;
  1. Considere apresentar um fiador: caso tenha pouca estabilidade financeira, pondere apresentar um fiador para aumentar as probabilidades de aprovação e facilitar a obtenção de melhores condições.

Salvo raras exceções, como os créditos destinados aos estudos, não existem empréstimos pessoais com condições específicas para jovens. Isto não significa, porém, que seja impossível obter financiamento. Para conseguir um crédito pessoal sendo jovem, o mais importante é demonstrar ao banco que tem capacidade para o reembolsar.

Depois de confirmar que reúne as condições necessárias para obter financiamento, vale a pena simular e comparar diferentes propostas. Ao fazê-lo, não se esqueça de verificar a existência de comissões de abertura, a flexibilidade do prazo de pagamento e a possibilidade de contratação online, já que estas características podem fazer toda a diferença na hora da decisão.

Entre as várias opções disponíveis no mercado, o Crédito Pessoal da Cofidis, por exemplo, é uma das que se destaca por permitir a contratação totalmente online e por não cobrar comissão de abertura.

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